Director Carlos Rosado de Carvalho

A excessiva centralização não ajuda os administradores municipais

A excessiva centralização não ajuda os administradores municipais

Os sinais de que o País, verdadeiramente, está a tomar um novo rumo não vêm apenas dos discursos incisivos do Presidente João Lourenço, vêm também de factos concretos.

As demissões dos administradores municipais do Cazenga e de Cacuaco, mas também do ex-comandante Geral da Polícia Nacional, Panda, no final de Julho, são evidências de uma nova cultura que Angola almeja.

Estas posturas mostram que, de agora em diante, assumir responsabilidades públicas é colocar-se sob escrutínio social. Os cidadãos estão, cada vez mais, exigentes e o povo quer assumir, de facto, o poder efectivo que as urnas lhe conferiram.

No Cazenga, os cidadãos fizeram parte do arremesso que forçou o administrador a renunciar o cargo. E ele foi sensato. Em Cacuaco, embora a situação seja diferente, no fundo, não fugiu à regra. (...)


(Leia o artigo integral na edição 488 do Expansão, de sexta-feira 31 de Agosto de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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