Director Carlos Rosado de Carvalho

"A escassez de divisas e os atrasos nos subsídios ensinaram-me a gerir"

"A escassez de divisas e os atrasos nos subsídios ensinaram-me a gerir"
Foto: Osmar Edgar

Hortêncio Cassemene foi para a China com uma bolsa de estudos e regressou de lá com o prémio de "Melhor Escritor Estrangeiro" com a publicação do livro "The Foreigner". Uma espécie de guia para os estudantes no estrangeiro, totalmente custeado por si.

O que o levou a lançar um livro, na China, quando o seu objectivo era a formação académica?
A escrita nunca fez parte dos meus planos. É, pelo contrário, resultado das inúmeras ideias que pairam na minha mente. Escrever é uma terapia, pois permite expressar a minha opinião sobre o mundo. Com o livro, ganhou o prémio de "Melhor Escritor Estrangeiro".

Que importância tem para si?
O prêmio é de grande importância pelo facto de ter dado mais credibilidade ao meu trabalho e me ter encorajado a levar a escrita mais a sério. Por outro, teve grande impacto na promoção da obra. De um modo geral, faz-me sentir que vale a pena o esforço empreendido no mundo da escrita.

Quem atribui o prémio?
O evento foi organizado pela Elevare, uma organização que visa promover novos talentos e emancipar os feitos dos jovens estrangeiros residentes na República Popular da China.

Como reagiram as pessoas ao saber que queria publicar um livro?
A reacção foi das melhores possíveis. Mas o que deixou algumas pessoas na dúvida foi a qualidade do inglês, porque o escritor não é nativo da língua. (...)


(Leia a entrevista integral na edição 489 do Expansão, de sexta-feira 7 de Setembro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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