Director Carlos Rosado de Carvalho

Economia criativa alternativa de desenvolvimento

Economia criativa alternativa de desenvolvimento
Foto: D.R.

Não restam dúvidas de que o património cultural de cada país, bem como os seus talentos humanos, são o seu capital principal.

Nesta nova era da economia cognitiva, as ferramentas de produção e a matéria prima são a informação e o conhecimento, sendo que a criatividade se assume como uma vantagem distintiva para empresas, indivíduos e territórios.

Desenvolver, não significa tão só e apenas, construir obras de infra-estrutura (tais como saneamento, estradas ou casas), mas passa sobretudo, pela capacidade de interpretar as reacções e intervenções dos indivíduos e das comunidades alvo desses benefícios, a possibilidade de ampliar essas interpretações acerca dos impactos (culturais, sociais, ambientais, entre outros) desses projectos com as comunidades e populações neles envolvidas.

Conhecimento, inovação e tecnologia, além de estarem presentes em todos os sectores da economia, estão também presentes em todas as esferas da vida do indivíduo, integradas num processo que envolve criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando esse conhecimento, a criatividade e o capital intelectual como principais recursos produtivos. (...)


(Leia o artigo integral na edição 492 do Expansão, de sexta-feira 28 de Setembro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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