Director Carlos Rosado de Carvalho

"A qualidade das instituições ainda é um empecilho à competitividade"

"A qualidade das instituições ainda é um empecilho à competitividade"
Foto: Fórum Económico Mundial (WEF)

Depois de uma ausência de três anos no Índice de Competitividade Global, Angola volta a surgir nos últimos lugares deste ranking internacional, com alguns analistas a atribuírem esta classificação à ausência ou má qualidade da informação prestada pelas instituições públicas. É o pior na SADC.

Angola subiu três lugares no Índice de Competitividade Global 4.0, ocupando agora a posição 137, a três lugares do fim do ranking elaborado pelo Fórum Económico Mundial (FEM), depois de ter estado ausente deste relatório desde 2014, ano em que ocupou a posição 140, a quatro lugares da última posição. Angola faz parte do grupo de 117 economias cuja "qualidade das instituições permanece um empecilho à competitividade".

Esta é uma das conclusões do relatório que este ano analisa 140 economias através de 98 indicadores, organizados em 12 pilares de quatro grandes categorias. Para cada um, é avaliada quão próxima está uma economia do estado ideal de competitividade, numa escala de 0 a 100. Nesta análise, a pontuação global de Angola foi de 37,1 pontos, abaixo da média mundial de 60 e do país com melhor pontuação, os EUA, com 85,6, mas acima do Haiti (36,5), do Iémen (36,4) e do Chade (35,5).

Angola ocupa também a última posição no seio dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla inglesa), embora a análise do FEM não contemple Madagáscar. Neste grupo, as Ilhas Maurícias lideram com uma pontuação de 63,7, o que resulta no 49.º lugar no ranking, e a África do Sul surge em segundo, com 60,8 pontos e a posição 67. (...)


(Leia o artigo integral na edição 496 do Expansão, de sexta-feira, dia 26 de Outubro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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