Director Carlos Rosado de Carvalho

Crude já baixou 11 USD desde início do mês

Crude já baixou 11 USD desde início do mês

Aumento de produção nos maiores produtores e tensões comerciais contribuíram para inverter tendência de subida até aos 90 USD.

O crude já desceu 11 USD face ao valor atingido no início do mês de Outubro, encontrando-se (Brent) nos 75 USD. Apesar de recentemente as perspectivas de vários analistas terem apontado para um barril que rondasse os 90 USD, o aumento da produção petrolífera da Rússia, EUA e Arábia Saudita, tem-se feito sentir nos preços da matéria-prima.

A isto, juntam-se as tensões comerciais, que têm levantado preocupações relativamente aos futuros níveis da procura. Os EUA já impuseram tarifas sobre um total de 250 mil milhões USD de bens chineses e a China retaliou com taxas alfandegárias sobre produtos avaliados em 110 mil milhões USD. Não obstante o facto de o presidente norte-americano ter mencionado, esta semana, que espera um bom acordo com a China, parte dos investidores mantiveram-se cépticos.

Igualmente importante para a descida dos preços, foi o aumento das reservas de petróleo dos EUA pela sexta semana consecutiva. As reservas subiram 3,2 milhões para 426 milhões de barris. Para a próxima semana, é expectável que a entrada das sanções ao Irão venha a influenciar os preços do petróleo. Recorde- se que no mês de Setembro as exportações do terceiro maior produtor da OPEP atingiram o menor valor em 32 meses, devido a reduções da China, Coreia do Sul e Japão. (...)

*Banco Angolano de Investimentos


(Leia o artigo integral na edição 497 do Expansão, de quinta-feira, dia 1 de Novembro de 2018, em papel ou versão digital. Saiba mais aqui)

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