BEM OU MAL

BEM OU MAL

Todos nós sabemos, de há longa data, que dá mais trabalho fazer mal do que bem, pois os prejuízos que causam os erros cometidos são bem maiores do que o sentimento de vaidade por fazer bem, mais e melhor à primeira.

O ser humano tem o hábito de fazer tudo com base na experiência e na rotina, o que está certo, desde que se aperceba daquilo que está bem ou mal, procurando, em cada momento, corrigir os erros, os defeitos pessoais, ou mesmo as teimosias, esforçando-se por fazer bem e à primeira, pois quando se comete um erro, seja ele de que tipo for, caso sejamos responsáveis, teremos sempre de fazer a sua correcção, procurando um mal menor.

Todo o nosso raciocínio, capacidade de observar e agir leva-nos a apreender, comparar, experimentar, questionar e concluir, partindo de um pressuposto de evolução pessoal, numa predisposição para mudar, caso se lhe comprove outra conclusão, ou um melhor cenário de execução ou solução.

Os conceitos do bem e do mal, na perspectiva do relacionamento humano, como no desempenho profissional, não mais se limitam aos escritos religiosos, independentemente das crenças, tão pouco a conceitos ou opiniões limitativas da evolução e do progresso, mas sim, da compreensão do contexto, do significado e da realidade perante a qual se apresenta, bem como a forma como se posiciona.

A internet e as redes sociais, blogs, mini blogs, comunicadores instantâneos, posts, vídeos online contribuem para a troca de experiência, acelerando um conhecimento mais partilhado, mas de algum modo gerador de correntes de opinião, tendências e modas. (...)

(Leia o artigo integral na edição 507 do Expansão, de sexta-feira, dia 18 de Janeiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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