Director Carlos Rosado de Carvalho

Aprovado o primeiro Regulamento Geral de Acesso ao Ensino Superior 

Aprovado o primeiro Regulamento Geral de Acesso ao Ensino Superior 
Foto: César Magalhães

Com o novo Regulamento Geral de Acesso ao Ensino Superior, as instituições públicas e privadas terão de ajustar os seus regulamentos internos. Apesar de estipular a nota mínima de 10 valores, o documento admite que as instituições proponham anualmente notas mínima de acesso a cada curso.

Já entrou em vigor o primeiro Regulamento Geral de Acesso ao Ensino Superior das instituições públicas e privadas, que terá efeitos já sobre o corrente ano lectivo, o que não agrada a todas as instituições de ensino.

O reitor da Universidade Lusíada da Angola, Mário Pinto de Andrade não acredita que a implantação do novo regulamento condicione os regulamentos internos devido ao consenso obtido na fase de discussão do documento.

"Há algumas cláusulas que vão ser alteradas nos regulamentos de acesso das instituições privadas, mas não acreditamos que aconteça no seu todo. Por isso, devemos dar o mérito ao ministério do Ensino Superior porque todas as leis que tem estado a sair foram debatidas com os reitores e directores. Quer dizer que todos contribuíram neste regulamento, portanto, isso é bom", revela o reitor.

Já a vice-reitora da Universidade Católica de Angola, Maria Helena Miguel, considera que a implementação do regulamento chega numa fase complexa, porque muitas instituições já estão com os seus processos de inscrição muito avançados, o que deixa pouco tempo para a implementação ainda neste ano lectivo.

"Acho que veio um pouco em cima da hora, num momento em que nós já estamos avançados no processo de organização dos exames de acesso. Vamos tentar cumprir com algumas coisas, mas outras, se calhar, não tão bem como está estabelecido, porque as instituições têm os seus regulamento e têm de reajustá- los com o actual. Mas vamos fazer os possíveis", diz. Até a publicação deste regulamento, as instituições de ensino superior regiam-se pelos seus próprios regulamentos internos. (...)

(Leia o artigo integral na edição 507 do Expansão, de sexta-feira, dia 18 de Janeiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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