ÂNGULO GIRO

ÂNGULO GIRO
Foto: D.R.

A melhor forma de percebermos os erros que cometemos e como podemos corrigi-los, está na humildade que demonstramos, ao assumirmos que não somos perfeitos, e na capacidade de, num giro permanente, termos a opinião concertada sobre nós, de todos quantos estão à nossa volta.

São as rotinas quotidianas e, muitas vezes, o convencimento de que tudo está bem que nos fazem perder qualidade, pois da mesma forma que não nos apercebemos dos erros cometidos, esquecemos que a opinião de todos quantos trabalham ao nosso lado é importante.

Devemos, por isso, ter uma visão 360º do nosso desempenho, aceitando as opiniões dos outros, por forma a corrigir o que está mal, ou é menos apropriado para cada situação.

Esta avaliação 360º corresponde a um modelo que é aplicado, hoje em dia, na avaliação de desempenho de muitas empresas, mas que não deixa de ser realista, que o apliquemos como modelo de avaliação da nossa relação quotidiana, da nossa vida, no âmbito família, dos nossos amigos e das nossas relações sociais em geral.

Neste modelo, são captadas diversas opiniões de todos quantos se relacionam connosco e não apenas a do superior e a autoavaliação, como ocorre na maioria dos casos, permitindo ter uma visão mais alargada do impacto de tudo o que fazemos ao nível do desempenho.

É evidente que, no caso concreto da autoavaliação 360º, como orientação quotidiana, exige um grande nível de humildade e capacidade para assumir os defeitos pessoais, da mesma forma que sermos capazes de aceitar as críticas desde que construtivas.

Quais as condições para que seja possível aceitar, de forma aberta, este modelo de apreciação por parte dos outros? (...)


(Leia o artigo integral na edição 508 do Expansão, de sexta-feira, dia 25 de Janeiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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