Director Carlos Rosado de Carvalho

Tensão na Venezuela anima mercados

Tensão na Venezuela anima mercados

Os EUA, a maior economia mundial, tencionava pôr fim às exportações venezuelanas com destino ao território norte-americano. Já se começaram a verificar aumentos nos volumes dos inventários do país sul-americano.

O petróleo valorizou face à semana passada. A matéria-prima passou a ser transaccionada a 62 USD por barril (para o Brent) após os EUA terem implementado sanções à Venezuela, o país com as maiores reservas de petróleo do mundo.

A maior economia mundial tencionava pôr fim às exportações venezuelanas com destino ao território norte-americano (aproximadamente 500 mil barris por dia) e, como consequência, já se começaram a verificar aumentos nos volumes dos inventários do país da América do Sul.

Por outro lado, nos EUA, voltaram a verificar-se aumentos nas reservas petrolíferas. O incremento de 919 mil barris, na semana passada, não foi ao encontro das previsões do mercado (3,2 milhões de barris), mas reflectiu os cortes de produção da Arábia Saudita, que diminuiu as suas exportações. Este facto veio dar maior credibilidade aos planos da OPEP, que projectou a remoção de 1,2 milhões de barris por dia do mercado para 2019. (...)


*Banco Angolano de Investimentos

(Leia o artigo integral na edição 509 do Expansão, de sexta-feira, dia 1 de Fevereiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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