Crude aproxima-se de novo dos 60 USD

Crude aproxima-se de novo dos 60 USD

Os últimos sete dias foram favoráveis para a matéria-prima, beneficiando do empenho demonstrado pelo Governo saudita para contrapor a queda dos preços iniciada com a subida abrupta das reservas norte-americanas.

O anúncio de que as reservas petrolíferas norte-americanas aumentaram de forma inesperada na semana passada, em mais de 3 milhões de barris, influenciou a queda do crude em mais de 3% na sessão de quarta-feira. Contudo, não foi suficiente para travar o ganho acumulado de mais de 6% obtido nas cinco sessões anteriores. Os últimos sete dias foram favoráveis para a matéria-prima, com o preço do Brent a aproximar-se novamente dos 60 USD por barril.

A beneficiar o petróleo, esteve o empenho demonstrado pelo Governo saudita para contrapor a queda dos preços. A Bloomberg noticiou, no final da semana passada, que o Reino contactou outros produtores importantes para discutir potenciais respostas do sector. Adicionalmente, o Governo norte-americano anunciou um adiamento para 15 de Dezembro, das tarifas de 10% sobre determinados bens chineses, o que acabou por gerar um certo alívio no conflito comercial entre os dois países e facilitar a retoma das negociações.

Nesta semana, foram divulgados dados menos bons de importantes economias mundiais. O Eurostat confirmou o abrandamento da Zona Euro no segundo trimestre, tendo o crescimento homólogo passado de 1,2% para 1,1%, com destaque para a contracção económica da Alemanha (-0,1%). Já no continente asiático, o índice de produção industrial da China apresentou, em Julho, o crescimento mais lento dos últimos 17 anos, enquanto o Japão teve a maior queda da produção industrial desde Janeiro de 2018. (...)

(Leia o artigo integral na edição 537 do Expansão, de sexta-feira, dia 16 de Agosto de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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