Apoios contrariam efeitos do SARS-CoV-2

Apoios contrariam efeitos do SARS-CoV-2

Em Londres, o Brent teve uma subida semanal de cerca de 2% e encerrou pouco acima dos 51 USD por barril. A matéria-prima inverteu, deste modo, a tendência de queda da semana anterior.

Na semana transacta, antevíamos que mais estímulos seriam necessários para contrapor os efeitos negativos do novo coronavírus (SARS-CoV-2) sobre a economia global. De facto, vários governos e bancos centrais, emitiram nos últimos dias, sinais de apoio à actividade económica mundial.

A título de exemplo, a Itália anunciou que está a preparar um pacote de medidas na ordem dos 3,6 mil milhões de euros, enquanto que no Japão, foram disponibilizados cerca de 2,27 mil milhões de num pacote financeiro de emergência.

Neste contexto, os mercados financeiros reagiram positivamente e os preços do petróleo valorizaram. Em Londres, o Brent teve uma subida semanal de cerca de 2% e encerrou pouco acima dos 51 USD por barril. A matéria-prima inverteu, deste modo, a tendência de queda da semana anterior.

Além dos estímulos económicos, o crude beneficiou também da postura optimista da Arábia Saudita quanto a um corte, entre 600 mil barris e 1 milhão de barris diários, na produção da OPEP e seus aliados. Esta decisão deverá ser discutida na reunião do cartel, a decorrer nos dias 5 e 6 em Viena. Contudo, recorde-se que um dos mais importantes produtores do grupo (a Rússia) tem se colocado contra a decisão de novos cortes de produção. (...)

(Leia o artigo integral na edição 564 do Expansão, de sexta-feira, dia 6 de Março de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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