Director Carlos Rosado de Carvalho

Suíça rejeita rendimento incondicional

Suíça rejeita rendimento incondicional

A Suíça rejeitou hoje, em referendo, a atribuição do Rendimento Básico Incondicional, com 76,9% dos votantes a manifestarem-se contra a proposta, que abrangia suíços e estrangeiros legais no país há pelo menos cinco anos.

Os apoiantes da iniciativa defendiam que a medida iria ajudar a combater a pobreza e a desigualdade e sugeriam o pagamento mensal do equivalente em francos suíços a 2.532 USD a um adulto e 633 USD por cada criança.

Contudo, tais quantias dificilmente iriam cobrir necessidades básicas de vida, uma vez que a Suíça é um dos países mais caros.

As autoridades estimaram que seriam necessários, adicionalmente, 22 mil milhões de euros anuais para assegurar esta prestação, o que implicava cortes profundos nas despesas ou aumento de impostos.

Os promotores do rendimento mínimo para todos, independentemente de trabalharem ou não, e que substituiria os vários benefícios sociais existentes na Suíça, não se deixaram abater pela derrota, insistindo que o seu principal propósito foi lançar o debate.

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