Director Carlos Rosado de Carvalho

Fundo Soberano deve "alcançar a lucratividade em 2017"

Fundo Soberano deve "alcançar a lucratividade em 2017"

Em resposta a um questionário enviado por mail, o presidente do Fundo Soberano de Angola explica que 60% dos recursos do FSDEA estão aplicados em private equity que só dão retornos positivos a médio e longo prazo.

Na sequência da divulgação do balancete do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) referente a 31 de Março de 2016, que revela perdas de 486 milhões USD, resultado da diferença entre os 5.046 milhões USD que recebeu do Estado e os 4.560 milhões USD do valor dos seus activos no final do primeiro trimestre de 2016, o Expansão enviou um questionário ao seu presidente do conselho de administração que respondeu que prevê que o fundo onde estão depositados os excedentes do petróleo deve atingir a lucratividade em 2017.

Questionado sobre a razão pela qual os activos do Fundo continuaram a diminuir nos últimos dois anos, José Filomeno dos Santos, replicou: "O plano do Fundo para alcançar a lucratividade em 2017, na sequência de um programa de investimento de cinco anos destinado à construção da gestão interna e capacidade de supervisão para ambos os títulos e investimentos de private equity. Ademais, aproximadamente 60% dos activos do Fundo estão comprometidos com investimentos de private equity. Tendo em conta que o período de investimento dos investimentos de private equity do Fundo é de 35 anos e o seu horizonte de investimentos é de mais de 10 anos, esperamos retornos positivos a médio e longo prazo. O Fundo estima que os seus 3 bilhões [mil milhões, em português] de dólares dos EUA alocados a fundos de private equity sejam plenamenete investidos até 2020".

(Leia a notícia na íntegra na edição 390 do Expansão, de sexta-feira 30 Setembro 2016, em papel ou versão digital com pagamento em kwanzas)

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