Director Carlos Rosado de Carvalho

Fatia do sector social há dois anos em queda, atinge em 2017 mínimos desde fim da guerra.

Fatia do sector social há dois anos em queda, atinge em 2017 mínimos desde fim da guerra.

No próximo ano, a soma dos gastos com Educação, Saúde, Protecção Social, Habitação, Cultura e Ambiente não ultrapassa 26,2% dos gastos totais, o segundo ano consecutivo abaixo do limite mínimo de 30% que o FMI exigiu a Angola aquando do empréstimo de ajuda à balança de pagamentos.

O peso das despesas sociais na proposta de Orçamento Geral do Estado (OGE) 2017 desce 1,5 pontos percentuais (pp), passando de 27,7% no OGE 2016 revisto para 26,2% no do próximo ano. Este é o nível mais baixo desde praticamente o fim da guerra, de acordo com cálculos do Expansão a partir de um documento do Ministério das Finanças.

É necessário recuar até 2003, ano em que as despesas sociais (Educação, Saúde, Protecção Social, Habitação e Serviços Comunitários, Recreação, Cultura e Religião, Protecção Ambiental) não ultrapassaram os 13,4% das despesas totais, para encontrar um esforço orçamental com as despesas sociais tão em baixo.

O peso das despesas sociais na proposta de Orçamento Geral do Estado (OGE) 2017 desce 1,5 pontos percentuais (pp), passando de 27,7% no OGE 2016 revisto para 26,2% no do próximo ano. Este é o nível mais baixo desde praticamente o fim da guerra, de acordo com cálculos do Expansão a partir de um documento do Ministério das Finanças.

(Leia a notícia na integra na edição 394 do Expansão, de sexta-feira 28 Outubro 2016, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas)

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