Director Carlos Rosado de Carvalho

Paralisação do sector nas eleições pode afundar produção

Paralisação do sector nas eleições pode afundar produção

Com a angolanização da indústria petrolífera, que resultou numa elevada percentagem de quadros angolanos a trabalhar em plataformas petrolíferas, cresce o receio entre as empresas de verem o trabalho paralisado durante as eleições gerais, marcadas para 23 de Agosto. CNE promete pronunciar-se.

As empresas petrolíferas em actividade em território nacional receiam que a deslocação de trabalhadores angolanos dos offshore para votar pode paralisar o sector durante as eleições, o que deverá diminuir para quase metade a produção diária de petróleo, fixada actualmente nos 1,615 milhões de barris de petróleo, alertaram ao Expansão fontes ligadas ao sector.

Para evitar esse constrangimento, as fontes do Expansão defendem uma concertação entre a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), o Ministério da Administração do Território (MAT), o Ministério dos Petróleos (MINPET) e os principais players do sector no sentido de serem colocadas mesas de voto nas plataformas petrolíferas, que evitem a deslocação do pessoal. As fontes justificam a preocupação com o tempo que os funcionários levam para se deslocarem da plataforma de logística da Sonangol (Sonils) para os respectivos blocos.

(Leia o artigo na integra na edição 419 do Expansão, de sexta-feira 28 de Abril de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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