Director Carlos Rosado de Carvalho

"Banco mau" também vai gerir activos tóxicos dos privados

"Banco mau" também vai gerir activos tóxicos dos privados

"Banco Mau" inicialmente criado pelo Governo para gerir exclusivamente empréstimos concedidos pelo BPC, vai ver a sua actividade alargada a todo o tipo de créditos bancários malparados, independentemente de quem os concedeu. Contudo, a probabilidade de cobrança dos empréstimos tem de ser superior a zero.

A sociedade anónima de capitais públicos Recredit, criada inicialmente para gerir "exclusivamente" o crédito malparado do Banco de Poupança e Crédito (BPC), vai alargar, "a curto prazo", a sua actividade para todo o sistema bancário nacional, garantiu ao Expansão a administradora Angélica Paquete.

Para o efeito já foi alterado o despacho Presidencial n.º192/16, de 24 de Junho, no qual o chefe de Estado autoriza o Ministério das Finanças (MinFin) a criar a Recredit, uma espécie de "Banco Mau" sob forma de sociedade Unipessoal anónima para gerir exclusivamente os activos tóxicos da maior instituição bancária do País, o BPC, no âmbito do plano de capitalização e reestruturação do mesmo.

Angélica Paquete confirma que a alteração já foi feita e que deverá ser publicada a "curto prazo". "O facto de ainda não ter ocorrido essa publicação, não tolhe o caminho a percorrer", afirma gestora adiantando mesmo que a sociedade arrancou já com o processo negocial dos activos tóxicos do Banco de Comércio e Indústria (BCI).

(Leia o artigo na integra na edição 419 do Expansão, de sexta-feira 28 de Abril de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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