Director Carlos Rosado de Carvalho

Banco da China arranca apenas para clientes empresariais

Banco da China arranca apenas para clientes empresariais

A sucursal de uma das maiores instituições financeiras do mundo vai prestar serviços financeiros a empresas chinesas que operam em Angola, mas também a empresários angolanos. A partir de Agosto, arrancam as operações em moeda nacional, como transacções a débito e crédito ou a concessão de empréstimos.

A sucursal do BOC, acrónimo inglês de Banco da China, que abriu esta semana em Luanda, vai dedicar a sua actividade este ano apenas a clientes empresariais angolanos e chineses, prevendo a abertura a clientes particulares apenas em 2018.

A sucursal do BOC, sedeada em Talatona, Luanda, é a primeira abrir portas em Angola desde 2006, ano em que as duas últimas sucursais de bancos portugueses - Banco de Fomento Exterior e Banco Português do Atlântico - deram lugar a bancos de direito angolano, BFA e BMA, respectivamente. De acordo com a Lei angolana, as sucursais de bancos estrangeiros podem fazer todas as operações dos bancos de direito angolano, mas só podem ter um balcão em todo o País. As operações dependem do capital que a casa mãe, no caso o BOC, afectou à sua sucursal. O Expansão questionou o banco chinês sobre qual o "capital afecto", mas sem sucesso.

(Leia o artigo na integra na edição 425 do Expansão, de sexta-feira 09 de Junho de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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