Director Carlos Rosado de Carvalho

Visão, inovação, acção

Visão, inovação, acção

Falta à maioria dos nossos gestores, a capacidade de transformar os seus pensamentos
e iniciativas, a sua visão, em acção, considerando para tal, um elemento chave dos desafios da globalização, a inovação.

Acção sem inovação é como um corpo inerte ao abandono, pois não acrescenta mais valia sobre a oferta, tão pouco garante a antecipação e a novidade, oferecendo ao cliente algo diferente.
São grandes as falhas que se detetam, quando pretendemos avaliar a conciliação entre a estratégia e a acção, faltando normalmente o alinhamento entre a estrutura, a oferta e o nível de serviços oferecidos ao mercado.
O foco deve estar, na mais valia dada ao produto ou serviço percebido pelo utilizador, nos desafios ao aumento da produtividade e da competitividade, no domínio da cadeia de valor, na simplificação de processos que aportam redução de custos.
A visão funciona para um gestor, como a objectiva de uma câmara fotográfica, utilizando as aberturas e os ângulos, em função dos níveis de captação pretendidos, com maior ou menor aproximação à realidade, perspectivando todos os cenários, com nitidez e rigor.

(Leia o artigo na integra na edição 429 do Expansão, de sexta-feira 07 de Julho de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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