Director Carlos Rosado de Carvalho

Já temos as regras, agora falta o mais difícil: implementar

Já temos as regras, agora falta o mais difícil: implementar

O cumprimento das regras de supervisão bancária exige um investimento "elevadíssimo", mas não temos forma de não cumprir as normas se não quisermos ficar isolados da finança mundial. "Cooperação" pode ser a chave para a banca nacional reatar as relações com os bancos correspondentes internacionais.

Angola tem vindo, embora com atraso, a implementar as normas internacionais de supervisão bancária. A garantia foi dada pelo presidente do Conselho de Administração (PCA) e da Comissão Executiva (PCE) do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Ricardo Viegas D" Abreu, durante a mesa redonda do VII Fórum Banca, organizado pelo Expansão.
O responsável pelo maior banco do País atestou que o grande desafio das instituições bancárias nacionais passa pela implementação efectiva das regulamentações internacionais no sector, adaptando os regulamentos à realidade local.
"Na realidade local, há questões jurídicas legais do próprio país. Temos também a realidade económica e social e a própria estrutura sectorial que, muitas vezes, acabam por estar mais atrasadas comparativamente aos ritmos internacionalmente definidos", reconheceu.
Segundo o PCA e PCE do BPC, a relação dos bancos angolanos com os seus correspondentes externos no actual contexto demonstra que "o risco no sector é sistémico". Deve, pois, haver "espírito de grande cooperação", para as relações normalizarem.

(Leia o artigo na integra na edição 430 do Expansão, de sexta-feira 14 de Julho de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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