Director Carlos Rosado de Carvalho

Os pais da crise económica angolana

Os pais da crise económica angolana

Nos anos seguintes, as investigações dificultadas pelo sigilo bancário e pelo "esconde, esconde" nas offshores, das offshores, dificilmente chegam ao fim, porque têm sido abortadas por negociações e indemnizações, possíveis nos sistemas judiciários americano e brasileiro.

Muito se tem escrito e falado sobre a "culpa" da baixa dos preços do petróleo na derrapagem da economia angolana, cujas RIL (Reservas Internacionais Líquidas), em Junho de 2017, eram equivalentes a cerca de 18 mil milhões de dólares e que terão certamente diminuído nos últimos dois meses.
Analisados os factos, observamos que o início dos "cartões amarelos" assinalados a Angola data do ano de 2010, com o relatório do Comité de Segurança Interna e Relações Exteriores do Sub-Comité Permanente de Investigação do Senado Americano, denominado "Conservando os Estados Unidos fora da Corrupção: Quatro Casos", e os primeiros alertas distam do ano de 2002.
Sem enfatizar o facto de a comunidade internacional e os angolanos lúcidos estranharem o facto de, durante anos, a Sonangol não ter apresentado relatórios de contas, e reportando-nos só ao período pós-guerra, vários eventos (factos) ficaram por esclarecer, tratando-se da participação do grupo em empresas privadas, ou de financiamento a agentes privados da elite governamental.

(Leia o artigo na integra na edição 435 do Expansão, de sexta-feira 18 de Agosto de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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