Director Carlos Rosado de Carvalho

"Com a crise estamos a aprender a aplicar melhor o nosso dinheiro"

"Com a crise estamos a aprender a aplicar melhor o nosso dinheiro"

Dji Tafinha partilha o Coke Studio Africa 2017 com mais de 30 músicos de 20 países do continente. O músico diz que, desde que entrou no mercado, sempre viveu da música. E que a crise está a ensinar o angolano a fazer contenções e a aplicar melhor o seu dinheiro.

O que significa para si fazer parte do programa Coke Studio Africa 2017?
O Coke Studio Africa é um programa televisivo que junta vários artistas africanos e que tem como objectivo valorizar a música africana. Assim sendo, fazer parte deste grupo de artistas significa que os angolanos não estavam errados quando mostraram que o Dji Tafinha, depois de 12 anos de carreira, de ter sido o mentor do The Voice Angola e de ter vencido o prémio de melhor produtor, é uma das pessoas certas para representar Angola. Desta forma, estamos a mostrar que, tal como eu, existem muitos outros talentos que precisam de visibilidade e de oportunidade. Desta vez, eu e o Anselmo [Ralph] estamos a representar a cor da nossa bandeira e temos a certeza que, posteriormente, outros artistas poderão fazer o mesmo e representar também Angola neste programa.


A música esteve sempre nos seus planos?
Sempre pensei em fazer música. Acredito que tenho o melhor trabalho do mundo.


Como avalia a música nacional?
Acho que estamos a fazer um óptimo trabalho. O público é que tem sido esplêndido por continuar a apoiar os artistas angolanos de forma a incentivar-nos a levar a nossa música a outros cantos do mundo.


(Leia o artigo na integra na edição 435 do Expansão, de sexta-feira 18 de Agosto de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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