Director Carlos Rosado de Carvalho

Comissão de Ética conclui que venda do Moza Banco violou Lei da Probidade Pública

Comissão de Ética conclui que venda do Moza Banco violou Lei da Probidade Pública

A venda de 80% do Moza Banco à sociedade que gere o fundo de pensões do Banco de Moçambique representa um conflito de interesses, que colide com a Lei da Probidade. A Ordem dos Advogados defende a anulação da venda.

O Banco de Moçambique violou a Lei de Probidade Pública ao vender o Moza Banco ao fundo de pensões do banco central, conclui um a deliberação da Comissão Central de Ética Pública (CCEP), divulgada esta segunda-feira, três semanas depois de o regulador concluir o processo de recapitalização do quarto maior banco do país.
Na deliberação, a CCEP acusa directamente o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, e a antiga responsável pela supervisão, Joana Matsombe, de terem infrigido a Lei de Probidade Pública no processo de entrega do quarto maior banco à Kuhanha, sociedade gestora do fundo de pensões do Banco de Moçambique, por 124 milhões USD.
A Comissão Central de Ética Pública também imputa responsabilidades ao actual presidente do conselho de administração do Moza Banco, João Figueiredo, que assumia a função interinamente durante o processo de adjudicação, que culminou com o controlo de 80% do Moza Banco pela Kuhanha.

(Leia o artigo na integra na edição 436 do Expansão, de sexta-feira 26 de Agosto de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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