Director Carlos Rosado de Carvalho

Gestão situacional

Gestão situacional

É a experiência concreta de um gestor que o leva a compreender que só tendo os pés bem assentes no chão poderá distinguir a árvore da floresta.

A realidade quotidiana demonstra que é através de uma boa capacidade analítica, pensamento estratégico e compreensão situacional que os gestores conseguem tomar decisões e definir orientações que garantam a produtividade e qualidade do desempenho das suas Equipas, de acordo com os seus níveis de maturidade.
Com a abolição de barreiras geradas pelos progressos tecnológicos, aumenta a competitividade e a necessidade de garantir uma gestão baseada no potencial humano, numa liderança assistida, que considere o microambiente da empresa, da mesma forma que posicione cada colaborador na função certa.
Levados pela pressão dos mercados e pela necessidade de gerar resultados, os gestores são, muitas vezes, forçados a tomar decisões precipitadas, distanciando-se da realidade e, pior ainda, perdendo o foco sobre os desafios futuros.
Emerge, por isso, o perfil de um gestor situacional, que concilia o raciocínio estratégico, com os mecanismos de tomada de decisão.
Sintonia e alinhamento com cada situação são as primeiras palavras de ordem. Sintonia, porque o gestor não pode agir de forma isolada, tendo necessidade de ter consigo os stakeholders, aqueles que, por sua falta de atenção, são os seus primeiros obstáculos, diria opositores.

(Leia o artigo na integra na edição 437 do Expansão, de sexta-feira 01 de Setembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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