Director Carlos Rosado de Carvalho

Uma provocação às empresas

Uma provocação às empresas

No futuro, o trabalho e as formas de colaboração entre as pessoas e as empresas será, sem dúvida, muito diferente, da mesma forma que a robótica assumirá uma função preponderante em substituição de pessoas. Sendo assim que futuro terão as pessoas? E as organizações como estarão estruturadas?
A verdade é que a figura do contrato de trabalho está cada vez mais em desuso. Chegaremos a um ponto onde as empresas terão a maioria da sua força de trabalho em regime de outsourcing individual ou empresarial. Ou seja, peguemos no exemplo de um departamento de recursos humanos. Nos dias de hoje, numa organização de média dimensão em Angola poderemos assumir a seguinte estrutura:
- Um Director de Recursos Humanos
- Dois Técnicos de Recursos Humanos para processamento salarial
- Dois Técnicos de Recursos Humanos para formação e desenvolvimento/gestão do talento
- Um Técnico de Recursos Humanos para compensação e benefícios
- Uma pessoa especializada em relações institucionais (vulgo relações públicas), ou seja, não precisa de ter especialização em Recursos Humanos
- Não considero aqui neste exercício outras áreas que este departamento por norma tem em Angola, como é o exemplo dos serviços gerais, gestão de frota ou de alojamento
- A designação "Técnico de Recursos Humanos" está em desuso, mas tem uma utilização apropriada neste contexto
- Aqui considero apenas estruturas de países e não regionais
- Pretendo ser provocador!

Assim sendo, e deixando a figura máxima do departamento para última análise, iniciemos pelo fim.

(Leia o artigo na integra na edição 439 do Expansão, de sexta-feira 15 de Setembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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