Director Carlos Rosado de Carvalho

"As nossas universidades sofrem com uma marcada falta de um corpo docente qualificado"

"As nossas universidades sofrem com uma marcada falta de um corpo docente qualificado"

O desenvolvimento de um país está ligado ao seu sistema de ensino. A vice-reitora da UCAN, Maria Helena Miguel, aponta o exemplo de África do Sul, com as melhores universidades africanas, e lamenta o tempo que Angola está a perder para adoptar um sistema de avaliação que separe o trigo do joio.

A Universidade Católica de Angola tem vindo a consolidar a sua posição nos rankings. O que mudou no espaço de um ano para que a UCAN subisse 26 lugares no Top 200 Universidades da UniRank, passando de 101.º para 78.º?
A Direcção da UCAN e os responsáveis dos vários sectores têm pautado a sua actuação no sentido de melhorar os serviços que presta na área do ensino. Nos últimos tempos, sobretudo desde há dois anos, temos procurado nortear a nossa actividade para outro domínio que deve ser a missão primária da universidade: a investigação, uma actividade ainda bastante incipiente no nosso País. É certo que se faz alguma, mas é uma gota de água no oceano.

Em que se traduziu essa aposta?
Encetámos uma série de acções com vista a dinamizar, sobretudo, a pesquisa. É certo que dispomos de uma unidade de investigação, de grande referência a nível do País e com projecção internacional - o CEIC - que se tem destacado pela sua produção intelectual. Criámos mais dois centros de investigação, um no âmbito do Direito, o CID, e outra no âmbito das Humanidades, o LAB.

O que representa para a UCAN estar nestes rankings, liderando entre as instituições angolanas?
Esta classificação tem um impacto muito positivo na reputação da UCAN, quer a nível do País, quer internacionalmente.


(Leia o artigo na integra na edição 442 o Expansão, de sexta-feira 06 de Outubro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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