Director Carlos Rosado de Carvalho

Recredit já adquiriu malparado avaliado em 30 mil milhões Kz

Recredit já adquiriu malparado avaliado em 30 mil milhões Kz

A sociedade, também conhecida como "banco mau", foi criada inicialmente para gerir os activos tóxicos do Banco de Poupança e Crédito (BPC), mas viu a sua acção alargada a toda a banca nacional, estando já a negociar mais de cem processos de crédito malparado, avaliados em 200 mil milhões Kz.

A Recredit, sociedade anónima de capitais públicos, já aplicou 30 mil milhões Kz na compra de crédito malparado a três bancos comerciais do sistema financeiro, avançou ao Expansão o presidente do Conselho de Administração da instituição, Vicente Leitão.
A sociedade, também conhecida como "banco mau", foi criada inicialmente para gerir os activos tóxicos do Banco de Poupança e Crédito (BPC), mas viu a sua acção alargada a toda a banca nacional, estando já a negociar mais de cem processos de crédito malparado, avaliados em 200 mil milhões Kz, que pertencem a 13 dos 29 bancos que operam no sistema financeiro nacional, revelou ao jornal o PCA.
Questionado sobre o nome das instituições que já negociaram os referidos "activos tóxicos" avaliados em 30 mil milhões Kz, Vicente Leitão alegou que a Recredit está obrigada a manter o sigilo em relação a esta questão.
Vicente Leitão assegurou que no final do ano a Recredit vai divulgar um relatório pormenorizado com os dados das actividades da instituição, no qual serão revelados em pormenor os elementos que envolveram as negociações de crédito malparado como, o valor, e as instituições bancários envolvidas. De acordo com o PCA da Recredit, a instituição está a adquirir créditos relativos a investimentos e não de consumo.

(Leia o artigo na integra na edição 444 o Expansão, de sexta-feira 20 de Outubro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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