Director Carlos Rosado de Carvalho

Talentarização

Talentarização

No momento em que vivemos, Angola necessita de apostar em talentos, que lhe permitam, de forma isenta e profissional, dar um salto qualitativo em todos os domínios.

Não restam dúvidas que o desenvolvimento de um país se faz com base em capacidade tecnológica, aproveitamento de recursos e gestão do potencial humano.
É claro, por isso, que Angola necessita de desenvolver, nas actuais e novas gerações, competências distintivas, que permitam aproveitar de forma adequada os meios naturais de que dispõe.
Mas. para além do desenvolvimento humano normal, irá contar a capacidade de reter e gerir talentos, garantindo a massa crítica necessária para a inovação, a diferenciação e a diversificação.
Define-se talento como a capacidade inata para a realização de uma tarefa, resultando esta do mix de competências técnicas e comportamentais (necessárias à acção), da motivação e entusiasmo (reveladoras de paixão pelo que faz) e da capacidade de antecipação e orientação, sabendo para onde vai (a diferenciação pela visão estratégica e capacidade operacional).
Numa era em que a competitividade é cada vez maior, a gestão de talentos é essencial, pelo que detectar profissionais com talento, saber retê-los, geri-los e desenvolvê-los é uma tarefa difícil.
Os colaboradores talentosos são uma vantagem competitiva, acrescentam valor ao negócio gerando activos intangíveis, apresentando, regra geral, melhores níveis de desempenho, rentabilidade mais elevada, dão ênfase ao crescimento pessoal, adaptam-se facilmente à mudança e geram-na, exigem das chefias, valorizando líderes visionários, são proactivos e desenvolvem o seu trabalho numa dinâmica permanente de melhoria, saindo sobre si mesmos.

(Leia o artigo na integra na edição 445 o Expansão, de sexta-feira 27 de Outubro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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