Director Carlos Rosado de Carvalho

Tempo de recuperar!

Tempo de recuperar!

Assistimos hoje a uma economia carente de desafios e decisões, que passam na maioria dos casos pela recuperação e mudança de atitudes na gestão, seja ela pública ou privada.

É mais do que evidente, a necessidade de encarar o desafio de uma modernidade realista e simultaneamente ética e coerente, que permita às empresas e políticos, como a todos nós, assumirmo-nos como responsáveis pelo futuro de uma sociedade, que exige coragem, determinação e rigor. Recuperar significa, restaurar, consertar, melhorar em relação a uma situação anterior, restabelecer a normalidade, reabilitar.
Como podemos constatar, a recuperação é um fenómeno constante da nossa vida e da sociedade, que tem como base de apoio a sustentabilidade, seja numa perspectiva pessoal, tendo em conta a felicidade partilhada e qualidade de vida, seja na perspectiva profissional ou empresarial, associada então à competência, capacidade de concretização, iniciativa, visão estratégica.
A necessidade de recuperação, está quase sempre associada a motivos de inércia ou desactualização, de falta de foco e objectivos ou de uma visão irrealista das situações. Da mesma forma para estar permanentemente activo, é necessário ser proactivo perante os factos, modelos e mecanismos de gestão da vida e do negócio.
De facto, a vida exige-nos a recuperação permanente de energias, o rebuscar de vontades e o ultrapassar das tentações de passividade.

(Leia o artigo na integra na edição 446 do Expansão, de sexta-feira 03 de Novembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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