Director Carlos Rosado de Carvalho

Certo ou errado?

Certo ou errado?

Quantas vezes toma decisões, com a sensação de insegurança, desconfiança, ou mesmo coloca em causa os seus aliados mais próximos?

Seja na empresa nas decisões de gestão, no âmbito dos amigos, ou principalmente da família, muitas vezes esquecemos que, numa tomada de decisão, existe mais do que uma opção, que quase sempre, coloca em confronto a nossa opinião com a dos outros. Para tudo, é preciso ter uma mente pró-activa, aberta, realista e forte, capaz de resistir à tentação de reagir por impulso, sabendo separar o trigo do joio.
Saber pensar a um ritmo saudável, ajustando as suas emoções a cada situação, permite-lhe decidir sem atribulações, nem precipitações.
Colocados perante situações difíceis, sejam elas pessoais ou mesmo profissionais, mais vale cultivar o silêncio e saber parar para pensar, do que fazer asneira, na ilusão de que só nós temos o dom da justiça e da verdade, ou mesmo pensando que estamos a inventar a melhor forma de decidir, normalmente apenas a nossa forma.
De igual modo o ponto de partida para a análise de um problema e tomar uma decisão, não é pensar no que está certo ou errado, mas sim perceber que um pensamento negativo, atrai pensamentos negativos e, como tal, decisões sob pressão.

(Leia o artigo na integra na edição 449 do Expansão, de sexta-feira 24 de Novembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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