Director Carlos Rosado de Carvalho

A "culpa" do fraco desempenho da indústria transformadora é do modelo de fomento empresarial

A "culpa" do fraco desempenho da indústria transformadora é do modelo de fomento empresarial
Foto: César Magalhães

É importante assinalar que o problema de Angola não passa necessariamente pela existência de grupos económicos com tendência a constituir monopólios mas muito mais pelos sectores em que estes grupos intervêm.

Como a grande maioria dos angolanos, estamos igualmente a acompanhar com bastante atenção as medidas que o novo Executivo tem tomado com vista a materializar a sua promessa de "melhorar o que está bem e corrigir o que está mal". Pelo que, neste espaço nos propusemos em quinzenalmente reflectir, de uma forma breve e acessível, sobre as políticas de desenvolvimento adoptadas e vermos até que ponto elas poderão levar Angola ao milagre económico ou tornar-se-ão numa miragem.
No 40º Aniversário da Independência, o ex-presidente José Eduardo dos Santos afirmou e passamos a citar que "Não podemos estruturar o sistema económico nacional sem a presença no mundo do capital e do trabalho de empresas e grupos económicos angolanos conscientes e fortes, pois eles serão a garantia da nossa independência." Apesar de concordarmos, neste texto vamos ilustrar como apesar de ter sido um posicionamento importante que permite justificar, por exemplo, a aprovação da Lei do Fomento do Empresariado Privado Angolano em 2003, pouco tem feito para assegurar a tão desejada independência económica através, por exemplo, de um forte contributo ao crescimento da indústria transformadora . A indústria transformadora merece uma atenção especial no processo de diversificação da economia pelas interligações sectoriais que proporciona.

(Leia o artigo na integra na edição 450 do Expansão, de sexta-feira 01 de Dezembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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