Director Carlos Rosado de Carvalho

Crise fecha a porta aos cabazes nas empresas públicas

Crise fecha a porta aos cabazes nas empresas públicas

Com a crise, várias empresas públicas deixaram de oferecer os tradicionais cabazes de Natal aos seus funcionários, procurando soluções mais económicas como os cartões ou vales de compras que os supermercados começaram a vender para compensar, por sua vez, as quebras de receitas com a venda de cabazes.

A febre do Natal já começou e há cabazes que vão dos 8 mil Kz aos 7,5 milhões Kz. O Banco Nacional de Angola (BNA) e empresas públicas como Sonangol, a ENDIAMA, ou o Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA), tinham como prática durante a época festiva oferecer cabazes aos seus funcionários. No entanto, o Expansão apurou que este ano, à semelhança do que aconteceu o ano passado, optaram por outras soluções por questões meramente financeiras.

(Leia o artigo na integra na edição 452 do Expansão, de sexta-feira 15 de Dezembro de 2017, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui).

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