Director Carlos Rosado de Carvalho

Envio de 'dívidas ocultas' para tribunal reaproxima doadores

Envio de 'dívidas ocultas' para tribunal reaproxima doadores

A decisão da PGR moçambicana de pedir a responsabilização financeira dos autores da "dívida oculta" é um "passo importantíssimo" para restabelecer os apoios internacionais, nomeadamente do FMI e do BM. O Centro de Integridade Pública de Moçambique diz que não chega. É preciso responsabilizar criminalmente.

O director do Banco Mundial para Moçambique, Mark Lundell, considerou quarta-feira que a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de pedir a responsabilização financeira dos responsáveis pela dívida oculta do país "é um passo importantíssimo", que traz boas perspectivas para o restabelecimento da cooperação internacional.
Também o Fundo Monetário Internacional viu a decisão da PGR moçambicana como um "passo encorajador". O FMI reiterou, no entanto, a necessidade de se preencher as lacunas de informação no relatório de autoria às três empresas envolvidas no escândalo financeiro das "dívidas ocultas", argumentando que o caso ainda não está devidamente esclarecido.
A Procuradoria Geral da República anunciou, numa nota do dia 26 de Janeiro, o envio de uma denúncia para o Tribunal Administrativo, órgão responsável pelo controlo da legalidade das despesas públicas, com vista à responsabilização financeira dos gestores públicos e das empresas implicadas no escândalo das "dívidas ocultas", que levou as organizações internacionais a congelarem os apoios a Moçambique.

(Leia o artigo na integra na edição 459 do Expansão, de sexta-feira 09 de Fevereiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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