Director Carlos Rosado de Carvalho

Espaços do futuro

Espaços do futuro

As empresas têm apostado na flexibilidade e dinamização dos seus espaços de trabalho, fazendo com que estes sejam um dos principais factores de atracção dos melhores talentos. Este desafio fez com que estas empresas investissem em meios e pessoas especializadas para redesenhar os seus próprios espaços, criando zonas comuns onde o networking e espírito de comunidade sejam factores chave para o sucesso.
Todavia, e apesar de todos estes esforços em criar um espaço de trabalho diferente, começou a surgir a necessidade da partilha de informação e de um networking mais alargado. Se a partilha de informação começou a ser resolvida com o crowdsourcing, e aqui temos vários exemplos de grande sucesso, como a Wikipedia, o Waze, entre muitos outros, como é o exemplo de grandes empresas colocarem na crowd importantes desafios para serem resolvidos por qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, e se o networking profissional também foi sendo resolvido com redes sociais como o Linkedin, as empresas, nas suas mais variadas dimensões, começaram a sentir falta de uma ligação mais pessoal entre a comunidade.
As organizações, nas suas diferentes dimensões, nos dias de hoje, adoptam estes espaços para os seus escritórios precisamente pela rede que podem criar, pelo benefício de ter uma comunidade perto de si onde podem ir beber informação e diferentes experiências e, claro, por toda a oferta de serviços que estes espaços nos dias de hoje oferecem.

(Leia o artigo na integra na edição 460 do Expansão, de sexta-feira 16 de Fevereiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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