Director Carlos Rosado de Carvalho

Dois terços dos quartos de hotéis em Luanda estiveram vazios em 2017

Dois terços dos quartos de hotéis em Luanda estiveram vazios em 2017
Foto: Lídia Onde

A taxa de ocupação da hotelaria, em Luanda, caiu cinco pontos percentuais para os 35%, no ano passado. A diária média num hotel de três estrelas rondou os 200 USD, enquanto num cinco estrelas custou 380 USD.

A taxa de ocupação dos hotéis da capital do País em 2017 foi de 35%, menos cinco pontos percentuais que no ano anterior, devido, sobretudo, à saída de estrangeiros de Angola, revela um relatório da consultora Proprime Yeld.
A performance do sector foi afectada negativamente pela conjuntura económica do País, que levou à saída de expatriados e à contracção dos planos de investimento das multinacionais em Angola. Note-se que o turismo de negócios é o que mais contribui para a taxa de ocupação dos hotéis de Luanda, sendo que a diminuição da ocupação no ano passado reflecte a fraca chegada às fronteiras angolanas de homens de negócios.
Januário Marra, especialista em turismo, reconhece que a desaceleração do sector hoteleiro em Angola é uma consequência da crise económica.
"O Ministério do Turismo está a recolher os dados de 2017 dos operadores e, assim que tivermos os dados compilados, já poderemos aferir com precisão. O que posso dizer, e como especialista, é que as taxas estão a baixar tudo por causa da crise", afirma o economista.

(Leia o artigo na integra na edição 461 do Expansão, de sexta-feira 23 de Fevereiro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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