Director Carlos Rosado de Carvalho

Isabel, Carlos, Benfica, Porto e Sporting

Isabel, Carlos, Benfica, Porto e Sporting

A Isabel é uma empresária que deu milhares de empregos a angolanos e reforçou a economia angolana. O Carlos é um quadro prestigiado e agora presidente da empresa mais importante do País. Importa aqui que surja alguém que os faça unir. Que os faça perceber que juntos poderão construir um País mais forte, coeso e próspero. Angola e os angolanos merecem.

Hoje permito-me escrever sobre um tema não consensual e delicado, mas importante. Um relativo a Angola e outro relativo a Portugal. As duas nações que mais me apaixonam.
É um tema que relaciona poder e influência, e se estes podem ser usados em simultâneo, ou separados, e em que circunstâncias são mais eficientes, assim como o impacto de confrontos públicos entre os seus líderes. Assim, os dois temas são os seguintes:
1. Em Angola assistimos ao confronto entre duas das figuras mais proeminentes do mundo empresarial angolano, Isabel dos Santos e Carlos Saturnino. O meu foco não é tanto neles, mas sim nas empresas e pessoas que são afectadas, seja positiva ou negativamente, que estão sob a sua alçada.
2. Em Portugal assistimos a um gladiar terrível entre os principais clubes de futebol (que tantos seguidores têm em Angola), que nos dias de hoje são mais um apelo à violência do que ao jogo jogado. Mas, tal como no ponto anterior, o que falarei é sobre o impacto que poderá ter nas suas equipas técnicas, jogadores e obviamente colaboradores dos clubes.

Aqui, a grande questão é tentar perceber o impacto nas suas equipas. Vamos começar pelo último ponto acima abordado. A luta atroz fora dos relvados entre as três principais equipas de futebol, o Benfica, o Porto e o Sporting.
Este último, o Sporting, estava em primeiro lugar na Liga em Portugal. O seu líder, o Presidente Bruno de Carvalho, decide iniciar uma turbulência interna nunca vista no clube, quando nesse momento estavam todas as atenções sobre presumíveis casos de corrupção no seu eterno rival, o Benfica. Isto, também associado a uma conveniente amizade com o Porto. Mas já vamos a esse facto. A verdade é que a turbulência provocada pelo líder criou instabilidade. Essa instabilidade fez com que a equipa, seja técnica e/ou jogadores, tivesse uma quebra, o que fez com que em poucas jornadas passasse de primeiro para terceiro lugar. Tirou a pressão do adversário de sempre, o Benfica, que lhe passou à frente. E manteve a força necessária, no seu amigo de conveniência, o Porto, que se mantém em primeiro.

(Leia o artigo na integra na edição 464 do Expansão, de sexta-feira 16 de Março de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)


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