Director Carlos Rosado de Carvalho

Acreditem: Angola está a mudar

Acreditem: Angola está a mudar

As decisões saídas do primeiro Conselho de Segurança Nacional, presidido por João Lourenço, agitaram o País e algumas famílias políticas. Do órgão saíram novidades e surpresas.
Os últimos acontecimentos na esfera política associados à economia injectaram um debate suculento no nosso quotidiano. Quem lê o que não se diz para além do discurso, encaixou.
A recente nomeação do general Fernando Garcia Miala e outras, de Lopo do Nascimento e Marcolino Moco, assinalam uma entropia. Somada a recente nomeação dos membros do Conselho da República, o País inicia um marco diferente de gestão política que demarca, sem sombra de dúvidas, o passado, o presente e o futuro.
Estas decisões e indicações, também recentes, da constituição do Conselho de Segurança Nacional, fundamentalmente, explicam muita coisa. A elas somam-se as makas da Sonangol, cujos efeitos devastadores ainda estão por avaliar.
A celeuma da Sonangol e as reacções de Isabel dos Santos não trouxeram novidades. Aliás, as denúncias vêm de longe. O que é novo, e se junta a tudo isso, são as dimensões do pântano por onde nadamos de braçadas.
As prisões de supostos burladores tailandeses, do ex-PCA da Sociedade de Desenvolvimento Agrícola da Matala (SODMAT) ou as acções da Procuradoria-Geral da República sobre supostos desvios de dinheiro público aguçam os apetites.
A vontade expressa pelo Presidente João Lourenço de desmontar os vícios instalados assusta alguns e lança um quadro novo de imobilismo, em alguns casos, incerteza e insegurança para outros. Parece que para alguns indivíduos a ficha da ilusão começa a cair e, com ela, destapados os imensos buracos provocados pela irresponsabilidade.

(Leia o artigo na integra na edição 466 do Expansão, de sexta-feira 29 de Março de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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