Director João Armando

"Há um caminho longo para termos um mercado estável na fotografia"

"Há um caminho longo para termos um mercado estável na fotografia"

Mauro Sérgio. Assim se chama o fotógrafo angolano que integra uma equipa da National Geographic Society. Ao seu lado tem Adjany Costa, uma das exploradoras emergentes da National Geographic, de quem partiu o convite para fotografar a vida selvagem no Okavango.

Como surgiu o convite para ser fotógrafo do projecto "A vida selvagem em Okavango" do National Geographic?
Fui convidado pela Adjany Costa (integra a lista de 14 exploradores emergentes da Nacional Geographic Society), em 2017, a ser um dos novos membros da expedição, após ela ter tido contacto com as fotos que eu publicava no meu Facebook.


Por que razão escolheu retratar o Okavango?
Não escolhi. Eu acompanhava o projecto pelo Instagram e ficava maravilhado. Quando surgiu o convite, não hesitei e fui com o único propósito de aproveitar a oportunidade que me deram de viver uma grande aventura.


O contrato foi celebrado por tempo determinado ou não tem prazo?
Nós não temos um contrato vinculativo com o projecto "A Vida Selvagem do Okavango" em si. Por norma, a maioria dos participantes vai como voluntário, embora seja uma actividade remunerada.


Durante a sua expedição à zona, o que mais o marcou?
A interacção com as comunidades da zona onde trabalhámos. São muito hospitaleiras e participativas.

(Leia o artigo na integra na edição 467 do Expansão, de sexta-feira 06 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i