Director Carlos Rosado de Carvalho

"Há um caminho longo para termos um mercado estável na fotografia"

"Há um caminho longo para termos um mercado estável na fotografia"

Mauro Sérgio. Assim se chama o fotógrafo angolano que integra uma equipa da National Geographic Society. Ao seu lado tem Adjany Costa, uma das exploradoras emergentes da National Geographic, de quem partiu o convite para fotografar a vida selvagem no Okavango.

Como surgiu o convite para ser fotógrafo do projecto "A vida selvagem em Okavango" do National Geographic?
Fui convidado pela Adjany Costa (integra a lista de 14 exploradores emergentes da Nacional Geographic Society), em 2017, a ser um dos novos membros da expedição, após ela ter tido contacto com as fotos que eu publicava no meu Facebook.


Por que razão escolheu retratar o Okavango?
Não escolhi. Eu acompanhava o projecto pelo Instagram e ficava maravilhado. Quando surgiu o convite, não hesitei e fui com o único propósito de aproveitar a oportunidade que me deram de viver uma grande aventura.


O contrato foi celebrado por tempo determinado ou não tem prazo?
Nós não temos um contrato vinculativo com o projecto "A Vida Selvagem do Okavango" em si. Por norma, a maioria dos participantes vai como voluntário, embora seja uma actividade remunerada.


Durante a sua expedição à zona, o que mais o marcou?
A interacção com as comunidades da zona onde trabalhámos. São muito hospitaleiras e participativas.

(Leia o artigo na integra na edição 467 do Expansão, de sexta-feira 06 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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