Director Carlos Rosado de Carvalho

Velhos e robots

Velhos e robots

Com o aumento da esperança média de vida, a futura falência de sistemas públicos de segurança social, idades de reforma a aumentar, a evolução tecnológica e o futuro desemprego de muitos profissionais, vai-se gerar um conjunto de questões e problemas que nos dias de hoje ainda nos parecem longínquos. Mas não são. Estão já aqui à porta e muito próximos de acontecer.

Uma das discussões do momento é o que se vai fazer a tantas pessoas qualificadas, com saúde, mas já fora da sua actividade profissional de carreira, com idades à volta dos 100 anos ou até mais. As previsões da Singularity University apontam para que, em 2036, ou seja, daqui a apenas 18 anos, com tratamentos de longevidade, as pessoas possam atingir mais 30 a 40 anos de vida.
Como referido acima, com empregos menos estáveis e mais bem remunerados, mas sem a previsão de haver valores de reforma para assegurar o que hoje é o tradicional "salário" pós reforma, devido à falência de sistemas de segurança social, as pessoas terão forçosamente de apostar ou em fundos de pensão privados, que já existem, serem mais controladas nas suas poupanças, e/ou estarem activas profissionalmente até uma idade mais avançada.


(Leia o artigo na integra na edição 468 do Expansão, de sexta-feira 13 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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