Director Carlos Rosado de Carvalho

Liberdade e redes sociais

Liberdade e redes sociais

Esta semana comemorou-se a "revolução dos cravos" em Portugal. Com isso, foi dado a todos os portugueses a oportunidade de começarem uma nova vida. Uma vida de liberdade, em todos os sentidos. Com a liberdade, veio igualmente a responsabilidade. A responsabilidade de percebermos que a nossa liberdade começa no fim da liberdade dos outros.

Esta revolução teve, obviamente, grande impacto nas antigas colónias portuguesas, incluindo Angola, sendo que foi o início para um processo de também liberdade da nação angolana. E também com essa liberdade, uma maior responsabilidade.
E é assim que deve ser. Nações independentes, mas com algo muito forte que as une. A língua. Mas não só a língua nos une. Une também o sentimento de irmãos. Que muitas vezes se zangam, brigam, não se falam, mas sempre irmãos. Ou seja, quando é realmente preciso, estamos cá uns para os outros. Não há como o amor de irmãos e seria bom que ambos os povos assim o percebessem.
Regressando ao tema liberdade, após todos estes anos, nos dias de hoje, as redes sociais talvez sejam o espaço onde as pessoas mais usam esse direito de liberdade. Apenas se esquecem muitas vezes, do princípio que acima refiro, do respeito. É fácil o insulto, a demagogia, o falar mal, ou que todos afinal são especialistas nos mais diversos temas, desde a economia até à saúde, passando pelo desporto ou política internacional.

(Leia o artigo na integra na edição 470 do Expansão, de sexta-feira 27 de Abril de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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