Director Carlos Rosado de Carvalho

"Faliu" o modelo de gestão do negócio de lapidação

"Faliu" o modelo de gestão do negócio de lapidação
Foto: César Magalhães

A Angola Polishing Diomonds está à procura de parcerias para comercializar os diamantes lapidados em Angola e aumentar a cadeia de valor dos diamantes produzidos no País. A falta de uma indústria de joalharia capaz está a retrair o negócio dos diamantes lapidados.

A fábrica de lapidação Angola Polishing Diamonds (APD), que iniciou, em 2015, o processo de reorganização financeira e técnica continua sem resultados, numa clara demonstração de um modelo de gestão pouco rentável.
Concebida para aumentar as receitas estatais na cadeia de comercialização de diamantes, a fábrica está abaixo dos níveis da sua capacidade de produção, disse ao Expansão, uma fonte da Sociedade de Comercialização de Diamantes (Sodiam).
Em causa, segundo referiu a fonte, está a falta de mercado para a comercialização das joias resultantes dos diamantes lapidados em Angola.
Há três anos a laborar, depois de quatro anos de paralisação, a APD recebeu um investimento de 7 milhões USD, para processar 5 mil quilates/mês e lapidar a 100% uma pedra de diamante.
A fábrica, que deveria empregar 600 trabalhadores, conta com uma centena de técnicos, o que tem contribuído para os baixos níveis de produção de diamantes lapidados.
Segundo a fonte do Expansão, a unidade fabril tem capacidade instalada para processar 20 mil quilates por mês, e uma receita bruta de 240 milhões USD por ano.

(Leia o artigo na integra na edição 471 do Expansão, de sexta-feira 04 de Maio de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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