Director Carlos Rosado de Carvalho

Reputação e ligações ao poder na base da monopolização da advocacia angolana

Reputação e ligações ao poder na base da monopolização da advocacia angolana

A sociedade Sérgio Raimundo & Associados é o "maior" escritório angolano de advocacia por número de advogados, de acordo com um ranking baseado numa investigação do Expansão.

O escritório liderado pelo causídico com o mesmo nome tem 40 advogados seguido das sociedades FBL Advogados acrónimo de Faria de Bastos & Lopes Advogados, com 30, e Fátima Freitas & Advogados, com 25.

Contudo, em Angola, os "maiores" escritórios de advogados nem sempre estão ligados ao número de associados e de advogados que empregam, pois é a reputação e muitas vezes as ligações ao poder político que fazem os "negócios" destas sociedades. E como noutros sectores, aqui, o Direito também joga monopólio.

"Lamentavelmente, na nossa sociedade houve uma promiscuidade das profissões e de funções públicas que subverteu a natureza das profissões e até dos homens", confirma o bastonário da Ordem dos Advogados, Luís Paulo Monteiro, em declarações ao Expansão. "A prestação de serviços jurídicos a alguns sectores da sociedade continua a ser monopolizada por um grupo restrito de renomados juristas e, pasme-se, por alguns estrangeiros", revela.

(Leia o artigo na integra na edição 482 do Expansão, de sexta-feira 20 de Julho de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui).

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