Director Carlos Rosado de Carvalho

Pela nossa saúde

Pela nossa saúde
Foto: César Magalhães

A saúde é um bem escasso e a sua qualidade é tanto menor, quanto mais escassos são os recursos que lhe estão afectos.

Quanto mais escassos são os recursos e meios de gestão na saúde, maior é a necessidade de organização e controle, quer sobre os meios técnicos e financeiros, quer sobre a qualidade do desempenho.
A qualidade na saúde, depende essencialmente da dedicação e profissionalismo dos seus técnicos, que tantas vezes lutam com dificuldades de meios e recursos, fazendo mesmo autênticos milagres.
Embora em ambiente de permanente dificuldade, como é o nosso caso, a gestão da saúde obedece a critérios de qualidade, que consideram como prioridade dominante o doente, diria antes o cliente, pois cada pessoa no âmbito da saúde, deve ser tratada da mesma forma como em qualquer outro local de atendimento, com dedicação e serviço personalizado.
Estamos em Angola, onde todos temos consciência do estado do nosso sistema de saúde, no entanto a sua organização, funcionalidade e níveis de cobertura e acompanhamento da população, devem partir de baixo para cima, quer isto dizer, partir dos meios base existentes, sejam recursos humanos, sejam técnicos e de meios auxiliares, até à criação de planos de contingência ou estratégicos.
A solução para as situações críticas, parte da base, de uma maior necessidade de organização e disciplina, da conjugação de esforços baseados em critérios de qualidade e monitorização de sistemas, pois caso isso não aconteça, assistimos a desvio de meios e esbanjamentos fora de contexto.

(Leia o artigo na integra na edição 482 do Expansão, de sexta-feira 20 de Julho de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i