Director Carlos Rosado de Carvalho

"Hoje as pessoas são mais racionais com gastos desnecessários"

"Hoje as pessoas são mais racionais com gastos desnecessários"

A top model é hoje dos principais rostos da moda mundial. Das capas de revista às "red carpet" de alguns dos principais eventos das marcas, Maria Borges não deixa de deitar o olho a Angola. E espera que os angolanos tenham aprendido algo com a crise.

O que a fez enveredar pelo universo da moda?
Escolhi este universo porque queria representar a mulher Angolana e a africana. Depois de ter notado que podia singrar no universo da moda e de qualquer forma poder ajudar a minha família, embarquei neste mundo a 100%. Foquei-me nos meus objectivos, decidi fazer a diferença entre as milhares de mulheres que tentam esta carreira.


Que análise faz ao mercado da moda nacional?
O mercado nacional é um embrião, ainda há muito que fazer. Na minha opinião, digo por experiência própria, temos que trabalhar todos juntos e trocar ideias. Porque é fácil falar de moda, mas é difícil saber da moda. Angola tem que deixar de olhar para a moda apenas como cultura, moda é negócio, business é uma indústria muito rica.


Em Angola, já se pode viver da moda?
Penso que ainda não. Enquanto olharmos para moda apenas como cultura, o quadro não irá mudar. O mercado precisa crescer, as marcas têm de ser tratadas como negócio, só assim haverá oportunidades para uma verdadeira profissão de modelo em Angola.


(Leia o artigo na integra na edição 482 do Expansão, de sexta-feira 20 de Julho de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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