Director Carlos Rosado de Carvalho

"Não atribuímos quotas nem direitos de pesca às empresas estrangeiras"

"Não atribuímos quotas nem direitos de pesca às empresas estrangeiras"
Foto: Lídia Onde

A ministra das Pescas diz que é imperioso um programa de gestão de recursos marinhos, garante que as actividades ilegais serão punidas com cassação das licenças e afirma que o Estado nunca autorizou empresas estrangeiras a pescar em Angola.

As novas atribuições do Ministério das Pescas e do Mar indicam mais responsabilidades na gestão dos recursos do mar?
Com certeza, porque se prevê uma utilização responsável dos recursos marinhos e a sustentabilidade estará mais presente se trabalharmos de forma mais coordenada para que o impacto das actividades económicas no mar não prejudiquem os oceanos. Não podemos pensar na utilização do mar de forma imediata, temos de acautelar os benefícios das próximas gerações. Por isso, estamos a trabalhar na estratégia nacional do mar.


Existe um programa de gestão sustentável dos recursos marinhos?
Existe e é imperioso, só assim a pesca e a aquicultura podem continuar a ser desenvolvidas. Temos um Instituto de Investigação Pesqueira que, anualmente, faz recomendações científicas sobre a forma como deve ser feita a utilização dos recursos. Define os montantes que devem ser capturados sem pôr em causa a recuperação das espécies e define onde esses recursos devem ser explorados, sempre numa vertente de sustentabilidade. Explorar e preservar.


O plano assegura a protecção dos recursos marinhos?
Anualmente, nós aprovamos os totais de captura e, em seguida, são transformados em quotas de captura que atribuímos às embarcações de várias empresas.

(Leia o artigo na integra na edição 483 do Expansão, de sexta-feira 27 de Julho de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)


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