Director Carlos Rosado de Carvalho

Abrir espaços para o desafogo económico

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O discurso do Presidente João Lourenço no Parlamento Europeu, no passado dia 4 de Julho, suscitou inúmeras reações. A antevisão dos temas do discurso era exigível no mundo global. Aliás, não se esperava outra coisa, tendo em conta as linhas do Executivo desde o início desta legislatura.

Aliás, como alguém havia dito, pensar global, agindo local não só é obrigatório, mas genial porque a globalização nos torna interdependentes. Sobretudo porque é uma ilusão ignorar tal facto.
As recentes idas e vindas do Presidente João Lourenço à Europa suscitaram elogios e críticas. O tom crítico subiu a fasquia depois da deslocação a Estrasburgo, em França, sede do hemiciclo europeu. E o que mais celeuma levantou foi o discurso do Presidente naquele fórum. Os elogios de uns, não suplantaram as críticas de outros.
Para os últimos, o facto de o Presidente ter ido à mais importante instituição europeia expor um conjunto de acções e medidas do seu governo para colocar o País nos trilhos foi um gesto de subalternização, de prestação de contas. Para eles, o Presidente foi humilhar-se. Entendem eles que aquele discurso deveria ser feito cá dentro. Que o Presidente não tem de prestar contas a estrangeiros, apenas deve fazê-lo cá dentro, para os angolanos.

(Leia o artigo na integra na edição 483 do Expansão, de sexta-feira 27 de Julho de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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