Director Carlos Rosado de Carvalho

O peso das pescas no Produto Interno Bruto mais do que duplicou nos últimos seis anos

O peso das pescas no Produto Interno Bruto mais do que duplicou nos últimos seis anos
Foto: César Magalhães

O Produto Interno Bruto (PIB) das Pescas, entre 2010 e 2016, foi sustentado com o aumento da captura de pescado. As exportações caíram, no ano passado, mas o Ministério das Pescas e do Mar (MINPESMAR), através da Estratégia Nacional do sector, pretende alavancar o sector, com a aposta nas iniciativas privadas.

O peso do sector das pescas e derivados, no Produto Interno Bruto (PIB) mais do que duplicou, nos últimos seis, passando de 1,7% em 2010 para 3,7% em 2016.
De acordo com os cálculos do Expansão, com base nas Contas Nacionais, do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o pico da contribuição das pescas no PIB registou-se em 2016, quando, em Dezembro do mesmo ano, fechou nos 609,9 mil milhões Kz, contrariamente aos 134,6 mil milhões Kz de 2010.
Em 2016, indicam as contas do Expansão, o valor do crescimento médio mensal situou-se nos 50,8 mil milhões Kz, um indicador considerado pelas pescas como positivo, antevendo um aumento considerável do PIB do sector nos próximos cinco anos.
O Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 prevê uma taxa média de crescimento, no próximo quinquénio, de 4,7%, com maior relevância para o último ano do ciclo, em que aquela taxa se situará em 8,3%.
Em termos de produção pesqueira, de acordo com os dados do Ministério das Pescas e do Mar (MINPESMAR), o País produziu, em 2016, 532 mil toneladas de pescado, um aumento de 20,3%, comparativamente aos níveis de captura de pescado registados em 2014, quando a produção se fixou nas 442 mil toneladas.

(Leia o artigo na integra na edição 484 do Expansão, de sexta-feira 03 de Agosto de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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