Director Carlos Rosado de Carvalho

Curva da moléstia

Curva da moléstia

Em qualquer momento do dia, estamos sujeitos a uma quebra de rendimento, seja pelo cansaço, seja pelo repasto da digestão de um retemperado almoço, sendo então essencial contrariar essa "moléstia", que nos trai e retira produtividade

Há quem defenda, a seguir ao almoço, uma boa sesta (breve cochilada no início da tarde, geralmente depois do almoço ), que no calendário romano correspondia à sexta hora a partir da manhã, ou seja, ao meio-dia, isto para quem começa cedo.

Estudos publicados sobre o efeito dos "cochilos" na produtividade demonstraram que 10 a 15 minutos de sono tendem a melhorar a produtividade, pois apoiam a tendência do sangue, que, após a refeição, em vez de fluir para o cérebro, tem maior irrigação no estômago.

Essa hora, a que chamo "hora da moléstia", surge para outros em qualquer momento do dia, dependendo do regime físico e por vezes do estado de saúde.

Certo é que, próximo da hora de almoço, o nosso subconsciente começa a cobrar a necessidade de "paragem para manutenção", sendo que na maioria dos casos isto acontece, pelo menos, uma hora antes. (...)


(Leia o artigo integral na edição 495 do Expansão, de sexta-feira, dia 19 de Outubro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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