Director Carlos Rosado de Carvalho

Apagão na rede interbancária resulta em pedido de demissão do Governador do Banco de Moçambique

Apagão na rede interbancária resulta em pedido de demissão do Governador do Banco de Moçambique
Foto: D.R.

A maior entidade patronal de Moçambique estima em 71 mil EUR as perdas diárias dos bancos comerciais. A facturação dos centros comerciais caiu 90% e a dos restaurantes e hóteis 70%.

O governador do Banco de Moçambique deve demitir-se na sequência do apagão da rede interbancária nacional que manteve os multicaixas e terminais de pagamento electrónico desligados, durante cinco dias, defendem as organizações da sociedade civil moçambicanas.

O serviço foi reactivado na quarta- feira, após um acordo entre um grupo de 20 bancos e a Bizfirst. A empresa portuguesa, detentora do software que faz funcionar a rede, desligou o sistema, na sexta-feira, 16, depois de dois anos sem pagamento de licenças e após goradas tentativas para a assinatura de um contrato de prestação do serviço com a Sociedade Interbancária de Moçambique (Simo), detida em 51% pelo banco central, como explicou em comunicado.

"Não, não e não. Recuso-me a aceitar o silêncio do governador do Banco de Moçambique, enquanto dirigente máximo da instituição com maior número de acções na Simo", escrevia segunda-feira a chefe de redacção do jornal "O País", três dias depois do sistema estar off, evocando os "danos sem precedentes aos moçambicanos". (...)

(Leia o artigo integral na edição 500 do Expansão, de sexta-feira, dia 23 de Novembro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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