Director Carlos Rosado de Carvalho

Jogo da corda entre a OPEP e os EUA

Jogo da corda entre a OPEP e os EUA

Os cortes de petróleo nos países da OPEP têm provocado subidas nos preços da matéria-prima mas, por outro, o aumento da produção nos EUA tem anulado ou limitado esses ganhos.

O Brent, que se encontra a rondar os 65 USD, tem tido nas últimas semanas oscilações pouco significativas. Por um lado, os cortes da OPEP têm provocado subidas nos preços da matéria- -prima, por outro, o aumento da produção nos EUA tem anulado ou limitado os ganhos.

Esta semana, a Chevron e a Exxon Mobil anunciaram que tencionam aumentar os seus níveis de produção na bacia do Permiano, no Texas. A Chevron antecipa uma produção de 600 mil barris por dia (bpd) no próximo ano (59% acima da produção actual) e espera alcançar os 900 mil bpd no final de 2023, - 100 mil bpd face ao que a Exxon antevê para a sua produção em 2024.

Cumpre notar que a bacia tem sido determinante para a produção do petróleo de xisto, que é responsável pelo aumento expressivo da produção norte-americana.

Durante a semana, também foram divulgados dados que apontam para uma subida de 7,3 milhões de barris nos inventários petrolíferos dos Estados Unidos. Esta falta de escoamento dos barris, que tem ocorrido de forma regular, também tem condicionado a evolução do petróleo, uma vez que reflecte fracos níveis da procura. (...)

(Leia o artigo integral na edição 514 do Expansão, de sexta-feira, dia 7 de Março de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)


*Banco Angolano de Investimentos

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