Captação de investimentos e produção de armamento marcaram visita do PR a Rússia

Captação de investimentos e produção de armamento marcaram visita do PR a Rússia
Foto: D.R.

A cooperação entre a Cidade Alta e o Kremlin foi reforçada com a assinatura de 10 novos acordos em diferentes domínios, num encontro testemunhado pelos presidentes Lourenço e Putin.

O Presidente da República, João Lourenço, iniciou na segunda-feira uma visita oficial de quatro dias à Rússia, para negociar a instalação de uma fábrica de armamento em Angola.

Considerada uma visita "estratégica", tendo em conta a aliança em matéria de segurança entre os dois países, João Lourenço foi a Moscovo, a convite do homólogo russo Vladimir Putin, para "o reforço da cooperação bilateral" e de relações "privilegiadas".

Apesar de não se saber ao certo os meandros da intenção do governo de Luanda em apostar no mercado fabril de armamento, o Presidente Lourenço disse numa entrevista à TASS, a agência russa de notícias, que Angola "gostaria de evoluir do estado actual de compradores de equipamentos e tecnologias militares russos" o de "fabricantes" e, nessa qualidade, de "ter um ponto de montagem de equipamentos militares russos".

Na capital russa, o Chefe de Estado angolano cumpriu um intenso programa que passou por conversações ao mais alto nível entre delegações da Cidade Alta e do Kremlin, tendo em vista o aumento da actual balança comercial que ronda os 400 milhões USD, entre importações e exportações.

À semelhança das visitas de Estado que o Presidente Lourenço efectuou a França, Espanha, Alemanha e Portugal, em Moscovo teve igualmente lugar a realização de um fórum empresarial para homens de negócios dos dois países, na expectativa da ampliação dos horizontes de investimento num e noutro mercado. (...)


(Leia o artigo integral na edição 518 do Expansão, de quarta-feira, dia 3 de Abril de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Partilhar no Facebook

Comentários

Destaques

ios Play Store Windows Store
 
×

Pesquise no i